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24 de janeiro de 2015

Como ingressar ao ensino superior via ENEM

Fez o ENEM 2014 e se inscreveu no SISU 2015? Acompanhe seu resultado no SISU e fique atento(a) às datas de matrícula! Ou opte pelo ProUni (Programa Universidade para Todos) — leia ao final.

A chamada regular
No dia 26 de janeiro será feita a chamada regular de estudantes selecionados no SISU (Sistema de Seleção Unificada), confirmados através da divulgação da lista de aprovados. Esses deverão realizar a matrícula nos respectivos cursos nos dias 30 de janeiro (6ª feira) e 2 e 3 de fevereiro (2ª e 3ª feira), diretamente nas instituições para as quais concorreram. Se você não tiver sido selecionado(a) na chamada regular, ainda pode se inscrever na lista de espera, a partir do mesmo dia 26 de janeiro, até 6 de fevereiro, no
site do SISU.

A lista de espera
Voce precisa acessar o SISU para participar da lista de espera com a sua 1ª opção de curso. A lista de espera é única e compreende os optantes inscritos por ampla concorrência e por ações afirmativas. A opção por ingressar na lista de espera estará disponível no site do SISU de 26 de janeiro a 6 de fevereiro.

Fique atento(a): depois de inscrever-se na lista de espera do SISU, a partir de 11 de fevereiro você deve procurar a instituição de ensino superior para qual fez a sua primeira opção de curso e acompanhar a convocação dos estudantes em lista de espera, para verificar se conseguiu a vaga, e realizar a matrícula.

Lembre-se: caso não tenha se classificado no SISU para uma vaga em instituição pública no 1º semestre, você pode tentar uma vaga pelo SISU novamente, para o 2º semestre letivo.

Além do SISU como método de ingresso ao ensino superior público, você também pode concorrer a uma bolsa de estudos numa instituição privada pelo ProUni (Programa Universidade para Todos), entre os dias 26 e 29 de janeiro. Acesse o site do ProUni a partir de 26/01 para se inscrever.

Desejamos boa sorte a todos(as)!

12 de julho de 2012

Corrente do Bem


Por uma dessas casualidades do destino, pouco tempo depois da polêmica sobre as políticas de assistência aos moradores de rua em São Paulo, eis que ocorre um fato que nos faz refletir sobre a condição humana; sobre como somos todos um e navegamos no mesmo barco da existência; sobre como não se deve estereotipar os excluídos sociais.


As respostas que o ser humano dá podem ser inesperadas, diferidas, apesar dos esforços de um sistema explorador, violento e desumano para adestrá-lo e enquadrá-lo num padrão de comportamento individualista e egoísta.


Não é a primeira vez que uma pessoa extremamente necessitada devolve um bem valioso que tenha achado, mas os personagens e o contexto desse caso realmente nos fazem intuir uma espécie de 'conspiração do destino' para fazer a sociedade refletir. Abaixo, parte de um artigo que ilustra bem essa situação.

O casal de sem-teto Sandra Regina e Rejaniel procurou a polícia,
  para devolver ao legítimo dono os R$ 20 mil achados na rua.
 Posteriormente, ambos foram contratados  pelos restaurante
 de onde o dinheiro havia sido roubado.

As rodas da fortuna
Por Mateus Pichonelli
Não faz nem uma semana, São Paulo foi palco de um debate acirrado sobre o trabalho de voluntários que, durante a noite, distribuem sopas aos moradores de rua na maior cidade do País. A prefeitura ensaiou censurar o trabalho, movimentos sociais reagiram e o prefeito Gilberto Kassab, ciente da má repercussão do caso, proibiu a proibição. No calor da discussão, muitos leitores esclarecidos e bem agasalhados aproveitaram o momento para colocar para fora uma bronca ancestral. Muitos se queixavam da presença dos mendigos que, como pestes transmissoras de doenças, se espalhavam pelo caminho de casa.
“Em vez de dar o peixe é preciso ensinar a pescar”, discursaram os defensores do bom senso – que não por acaso têm o monopólio das varas, das redes, das iscas e dos barcos a motor. Um deles foi além: escreveu aos leitores deste site que a proibição da distribuição dos alimentos seria saudável para a economia paulistana. E explicou: com a ajuda dos voluntários, os legumes desapareciam das prateleiras, o que elevava os preços, gerava inflação e prejudicava o bolso de quem trabalhava e tinha condições de comprá-los.
A mais rica cidade do País queria
coibir o sopão da madrugada
Sem querer, o sujeito dava um retrato bem acabado do espírito utilitarista moderno, do qual os asseclas veem signos sem significantes (ou hieróglifos de uma linguagem estranha) toda vez que se deparam com expressões como “solidariedade” e “gratuidade”.
Parece ironia, mas a mesma cidade que ontem se negava a dar um prato de sopa aos seus moradores de rua assistiria, pela tevê, a história de Rejaniel de Jesus Silva Santos e Sandra Regina Domingues, habitantes de um viaduto do Tatuapé que encontraram uma bolsa com 20 mil reais e decidiram chamar a polícia. (O leitor preocupado com a inflação poderia se exasperar sabendo que os legumes seguirão em falta nas prateleiras, agora com um agravante: as notas de dinheiro seriam novamente injetadas na economia, cutucando com vara curta o fantasma da inflação).


Link curto para esta postagem: http://is.gd/corbem
*-*-*
Imagem 1: Fotomontagem de @anjosujo

20 de março de 2011

Reeducação de pais

Esta é a *mensagem que os professores de uma escola da Califórnia decidiram gravar na secretária eletrônica. A escola cobra responsabilidade dos alunos e dos pais perante as faltas e trabalhos de casa e, por isso, ela e os professores estão sendo processados por pais que querem que seus filhos sejam aprovados mesmo com muitas faltas e sem fazer os trabalhos escolares.
Eis a mensagem gravada: 
- Olá! Para que possamos ajudá-lo, por favor, ouça todas as opções:
- Para mentir sobre o motivo das faltas do seu filho: tecle 1.
- Para dar uma desculpa por seu filho não ter feito o trabalho de casa: tecle 2.
- Para se queixar sobre o que nós fazemos: tecle 3.
- Para insultar os professores: tecle 4.
- Para saber por que não foi informado sobre o que consta no boletim do seu filho ou em diversos documentos que lhe enviamos: tecle 5.
- Se quiser que criemos o seu filho: tecle 6.
- Se quiser agarrar, esbofetear ou agredir alguém: tecle 7.
- Para pedir um professor novo pela terceira vez este ano: tecle 8.
- Para se queixar do transporte escolar: tecle 9.
- Para se queixar da alimentação fornecida pela escola: tecle 0.

- Mas se você já compreendeu que este é um mundo real e que seu filho deve ser responsabilizado pelo próprio comportamento, pelo seu trabalho na aula, pelas tarefas de casa, e que a culpa da falta de esforço do seu filho não é culpa do professor, desligue e tenha um bom dia!
Vídeo: coisas que as crianças não devem fazer na escola





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* Autoria: desconhecida
Imagens: 4 cantos da Web





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