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26 de maio de 2014

Cadela busca família no Rio

Cadelinha encontrada em Pilares, Rio - ZN espera adoção
Ela tem nove meses, 9,3 Kg, 40 cm. Não crescerá mais, segundo o veterinário. Já foi vacinada.

Se conhecêssemos o Jim Carrey ou a Tatá
Werneck, a gente batia um fio pra eles, que eles adotavam na hora, ou então “compartilhavam”. Aí a gente ia ter de escolher o(a) adotante na fila imensa que ia se formar aqui na porta...

Voltando à realidade, essa cadelinha está para adoção, depois de alguém ter tido a desfaçatez de abandoná-la em fevereiro na Av. João Ribeiro (uma das mais movimentadas avenidas da Zona Norte do Rio).

Ocorre que, na residência onde ela se
encontra, já existem outros quatro cães resgatados das ruas, e não há mais espaço e nem disponibilidade física e psicológica pra cuidar de todos (esse limite já havia sido atingido no ano passado)! Agora, extrapolou geral, mesmo, galera, e estamos ficando loucos, simples assim. E, estando exaustos, não conseguimos cuidar de vários cães sem negligenciar um ou outro (e também a nós mesmos). O que aconteceu é que optamos por colocar o sentimento acima do intelecto, que é o que deve ser feito nesses casos.

A Clara (este é o nome que lhe
demos) está ‘hospedada’ temporariamente no banheiro da residência, o que tem causado alguns ‘problemas’…Obra da Clara Pipoca_up

Se é que você nos entende…

Mas esses problemas se devem às condições inadequadas de hospedagem temporária em que a cadelinha se encontra, sejamos justos.

A Clara é assim… como diremos?… uma miniexplosão atômica (!). Ela precisa, pra tutor(a), de alguém que tenha disponibilidade e um nível energético semelhante ao dela. O importante é que ela estabelece uma forte ligação rapidamente com todos Alegre


Se você
também acredita que a vida dos animais tem sentido (assim como a vida humana), que esses animais urbanos formam parte indissociável da sociedade humana, que o conjunto dessa sociedade é responsável pelo seu bem-estar, que ninguém deve ser abandonado, que todos precisam de cuidado e carinho, e está disposto(a) a  adotar a Clara, entre em contato << 

Há mais fotos dela, no link a partir dessa postagem no facebook
. Ou diretamente no Imageshack.

Agradecemos antecipadamente a quem quiser compartilhar esta postagem, pois já será de grande ajuda. Para isso, basta usar os botões abaixo.
Obrigado patinha cão

2 de fevereiro de 2014

Pedido a veterinários voluntários do Rio


Resgatem esse gato!



Verdadeiro desafio para veterinários voluntários do Rio, extensivo a ONGs e OSCIPs de proteção e resgate animal (gatos, cães). O bichano encontra-se em
local fixo (abrigado embaixo de um carro, na Zona Norte, Abolição) desde novembro de 2013! Ele parece estar sofrendo de *esporotricose e rinotraqueíte, mas somente um veterinário pode dar um diagnóstico correto. Detalhes de localização em http://bit.ly/resGatoRioZN (facebook). [clínica veterinária]

Linha de tempo regressiva

resGato 28-12-2013_up
resGato 11-01-2014_up
gatinho Abolição_up
Abaixo, um colega dele que frequenta o mesmo local, de vez em quando — parece o Tom, da dupla Tom & Jerry.
gato cinzento abolição rio zn
gato assustadoE aí? Alguem se habilita a ir lá ajudar?
E então…?


surprised cat and dogFicamos no aguardo, hein!!

Em entrevista a Xuxa, Tata Werneck revelou ter adotado seis gatos, que resgatou no Projac.
Tata e Xuxa URL_up
Imagem: SAOSEBRJ (facebook)
destino dos animais_Zola
“O destino dos animais é muito mais importante para mim do que o medo de parecer ridículo.” ~ Émile Zolà, escritor francês do séc. XIX
Vamos ser ridículos?

_____
* Referencias veterinárias:
 

Esporotricose?
Rinotraqueíte felina?

13 de outubro de 2013

O monstro da vez da Internet

Pessoas podem ser transformadas quase instantaneamente em ‘monstros’, em julgamentos sumários promovidos pela turba de justiceiros da Internet, pelo fato de terem tomado atitudes on-line irrefletidas



Aarón Pino_up

México: Aarón Pino afirma que achou o cachorro da foto, já crucificado, num objeto fincado ao solo, à margem de um rio em Tecate, Baixa Califórnia, México, e resolveu “postar uma foto na Internet”, de maneira — aparentemente — frívola (Foto: facebook).

Tirar uma foto segurando um animal morto, aparentemente torturado, numa atitude blasé, foi bem estúpido, da parte dele, não resta dúvida.

Pessoas, especialmente as jovens ou muito jovens, às vezes fazem coisas bem estúpidas, muitas vezes devido à (provável) imaturidade. Devido a sua atitude, Aarón se transformou no ‘monstro’ da vez, marcado como “procurado” nas redes sociais — para linchamento? —.

Segundo seu
relato (vídeo: Redacción Frontera, MX), ele não pode mais sair de casa, apesar de ter explicado sua atitude, justamente por ter se sentido pressionado pela opinião pública e, por isso, obrigado a fazê-lo (matéria com vídeo: Periodismo em Línea, MX).

Esse e outros casos de atitudes claramente estúpidas não significam que essas pessoas devam ser automaticamente rotuladas como 'criaturas do mal a serem justiçadas'.

Em todo e qualquer caso, os fatos precisam ser apurados, as responsabilidades atribuídas e a justiça aplicada. E esse trabalho é de responsabilidade das autoridades, não da ‘turba de justiceiros da Internet’.

O que fica patente é que a irreflexão de algumas pessoas é explícita, porque não param sequer para pensar que podem ser transformadas no ‘monstro’ da vez, em um mundo tomado por redes sociais, opinadores e ‘justiceiros’ universais.

Importante ressaltar que muitas das pessoas que se declaram defensoras dos animais não hesitam em convocar a turba para o julgamento sumário e linchamento físico coletivo do suposto ’monstro’ (humano).
Se o que Aarón declarou é verdade, ou não, as autoridades do país dele devem ter apurado — se tiver havido interesse e empenho das autoridades, e se houver previsão na legislação. E etiquetá-lo, seja de 'monstro', ou não, depende de vários fatores e posicionamentos pessoais, inclusive de ter buscado informações de primeira mão sobre os fatos.

As pessoas têm de decidir se querem resolver a questão animal ou se simplesmente querem ficar famosas utilizando-se do seu sofrimento


Um ponto que deve ser ressaltado é sobre o sentido (e a banalidade) do compartilhamento de informações 'bombásticas' na Internet. No caso de maltrato contra animais, isso é prática comum — muitas vezes, para coletar endereços de e-mail, visando ao posterior envio de SPAM; ou seja, muita gente que compartilha esse tipo de informação de forma enviesada está se lixando pro destino dos animais. Seu interesse principal é ‘estar em evidência’ junto aos amigos e público virtuais, quando não coletar informações pessoais de outros etc., mas não resolver problemas de fundo, como, por exemplo, a
Cadela Filhinha ES_invertido_redimensionado_upinexistência de políticas ou planos de proteção animal.

No caso da questão animal, certamente é mais produtivo se juntar a um grupo para resolver problemas — exemplo: Rede Bichos (citada nessa postagem)—, ao invés de espalhar informação descontextualizada; essa descontextualização geralmente ocorre quando as pessoas não procuram se informar sobre as fontes dos fatos.

~Humanismo~

~Humanismo~
Não-Violência

Pensamentos